-->

Isopor (EPS) – Aplicações e usos na indústria construção civil

O EPS, também conhecido como “Isopor” no Brasil, é um material que foi descoberto pelos químicos Fritz Stastny e Karl Buchholz em 1949, durante seu trabalho nos laboratórios da Basf, na Alemanha. O termo EPS vem da abreviação internacional de Poliestireno Expandido, conforme a definição estabelecida pela norma DIN ISO-1043/78.

Isopor (EPS) – Aplicações e usos na indústria construção civil

O EPS é um material leve e versátil que tem como características uma grande variedade de formatos, baixa condutividade térmica, ótimo desempenho na absorção de impactos e também possui boa a resistência à compressão. Nos Estados Unidos, esse material tem exercido um papel cada vez mais significativo na indústria da construção civil, e alcançou o seu ápice no começo da década de 1990.

Já no Brasil, o EPS começou a ter o seu uso mais difundido em 2010, onde mostrou ser uma tecnologia que pode apresentar uma série benefícios quando utilizado na construção civil, onde o mesmo demostrou que oferece uma otimização no isolamento térmico e acústico quando utilizado em paredes e lajes.

Isopor (EPS) sendo usado como isolante térmico e acústico
Isopor (EPS) sendo usado como isolante térmico e acústico

Além disso, esse material tem como uma de suas principais características a sua leveza, o que o torna uma ótima alternativa para construção de lajes mais leves e resistentes.

Propriedades Físicas e Químicas do EPS


O EPS é um plástico celular rígido e as suas partículas consistem em células fechadas com formato arredondado, compostas por aproximadamente 98% de ar e com densidade variando entre 20 e 35 kg/m³.

Grânulos de poliestireno expansível
Grânulos de poliestireno expansível

O EPS é obtido por meio da expansão com gás pentano, resultando em pequenas esferas de até 3 mm de diâmetro. Além disso, também vale destacar que o gás pentano utilizado no processo de fabricação não representa riscos ambientais significativos, pois é um hidrocarboneto que se degrada rapidamente devido a reações fotoquímicas provocadas pela exposição à luz solar.

Após a sua expansão com gás pentano, as esferas de EPS passam por um processo de expansão a vapor e, em seguida, são fundidas para a formação de placas de EPS.

Processo de produção do Isopor (EPS)
Processo de produção do Isopor (EPS) consiste basicamente na transformação da matéria-prima (pequenas esferas plásticas de poliestireno) através de um processo industrial em um material leve e volumoso, composto por 98% de ar e apenas 2% de plástico.

Os painéis de EPS produzidos são inodoros, e tem a sua composição composta por cerca de 2% de estireno, com os outros 98% correspondendo a poros preenchidos com ar.

As células fechadas do EPS lhe conferem um excepcional poder isolante, dificultando a passagem de calor. Essa característica permite que o EPS seja utilizado em uma ampla gama de temperaturas, suportando desde o frio extremo até o calor moderado.

Embora não haja limite para a exposição a baixas temperaturas, o EPS possui um limite superior de temperatura, que pode variar dependendo da duração e da intensidade da exposição, sendo que o recomendável é que não exceda uma faixa de temperatura entre 80°C e 85° C.

Além do isolamento térmico, o EPS se destaca por sua leveza, com densidades que variam de 9kg/m³ a 40kg/m³, e pela sua alta resistência mecânica, suportando compressões bem significativas. Outra característica importante é sua baixa absorção de água, o que garante que suas propriedades térmicas e mecânicas permaneçam inalteradas mesmo em ambientes úmidos.

O EPS também é permeável ao vapor de água e resistente ao envelhecimento, mantendo suas propriedades ao longo de sua vida útil, estimada em cerca de 150 anos na natureza. Essas características tornam o EPS um material versátil e durável, adequado para diversas aplicações na construção civil e em outros setores.

Placas de Isopor (EPS) que podem ser utilizadas como forro de teto
Placas de Isopor (EPS) que podem ser utilizadas como forro de teto

Analisando as propriedades térmicas do Isopor (EPS) e de outros materiais isolantes


O EPS é frequentemente comparado com outros materiais isolantes térmicos, como a lã de rocha, a lã de vidro e o poliuretano. Cada material isolante térmico possui suas próprias vantagens e desvantagens em termos de desempenho térmico, custo, facilidade de instalação e impacto ambiental. A escolha do material isolante ideal depende das necessidades específicas de cada projeto.

O EPS é um material que é amplamente reconhecido por sua baixa condutividade térmica, que segundo a NBR 15220 (ABNT, 2005) pode variar entre 0,035 e 0,040 W/mK, tornando-o um excelente isolante térmico para construções. 

Este material é leve, com densidades que normalmente variam de 10 a 30 kg/m³, facilitando seu manuseio e instalação. Por outro lado, o EPS é considerado inflamável, embora existam produtos com aditivos que melhorem sua resistência ao fogo.

Além disso, seu custo é geralmente inferior ao de outros isolantes, tornando-o uma opção econômica em relação aos outros materiais isolantes térmicos.

A lã de rocha é um outro material isolante térmico, que é composto por fibras provenientes da união entre basalto aglomerado e resina sintética, sendo este material bastante valorizado por sua capacidade de isolamento térmico e acústico, apresentando uma condutividade térmica próxima a 0,045 W/mK, semelhante ao da lã de vidro.

Lã de rocha sendo aplicada na parede de uma residência
Lã de rocha sendo aplicada na parede de uma residência

A lã de rocha é um material incombustível que além de ser resistente a deteriorações também proporciona alta segurança em edificações, pois não propaga fogo. Esse material possui uma estrutura fibrosa que permite não apenas a retenção de calor, mas também a absorção de sonoridade, ajudando a reduzir ruídos.

Apesar de seus benefícios, a lã de rocha em comparação com outros materiais isolantes térmicos é relativamente mais pesada, o que pode dificultar o transporte e a instalação em algumas aplicações.

A lã de vidro, por sua vez, é um dos isolantes térmicos mais tradicionais usados na construção civil. Esse material é produzido a partir da junção entre a sílica e sódio com resinas sintéticas em um alto forno, e tem propriedades de condutividade térmica próxima a 0,045 W/mK.

A lã de vidro também é incombustível e oferece uma boa resistência ao fogo; e a sua estrutura fibrosa permite uma excelente capacidade de isolamento acústico, tornando-a efetiva na redução de ruídos entre ambientes.

Lã de vidro sendo aplicada na parede de uma residência
Lã de vidro sendo aplicada na parede de uma residência

O poliuretano é um polímero sintético que é considerado um dos melhores materiais isolantes em termos de condutividade térmica, com valores em torno de 0,026 W/mK, e pode ser encontrado em diversas formas, como painéis rígidos e spray, o poliuretano oferece alta versatilidade e facilidade de aplicação.

No entanto, esse material tende a ser mais caro em comparação ao EPS e às lãs. Em vista de suas propriedades, o poliuretano é inflamável sem tratamento adequado e sua durabilidade depende do tipo específico utilizado.

Poliuretano sendo aplicado para fazer o isolamento térmico de um galpão
Poliuretano sendo aplicado para fazer o isolamento térmico de um galpão

Impactos ambientais do Isopor (EPS)


O processo de fabricação do EPS não utiliza CFCs como agente expansor, e o gás pentano do processo de fabricação é seguro para o meio ambiente, pois se decompõe rapidamente por ação dos raios solares (processo fotoquímico), logo não oferece riscos ao meio ambiente.

O EPS é um material quimicamente inerte, porém não biodegradável, o que significa que não se decompõe nem se desintegra no ambiente. Embora não cause contaminação química do solo, água ou ar, pode se tornar um problema ambiental caso não seja reciclado, pois é um material durável e ocupa muito espaço devido à sua baixa densidade, gerando dificuldades nos lixões ou aterros sanitários.

Além disso, essas características do EPS também fazem com que o material ocupe muito espaço nos caminhões das empresas recicladoras e causem complicações em seu transporte, logo poucas empresas se interessam em reciclá-lo por não ser vantajoso para as mesmas.

Quando ocorre a reciclagem, os resíduos de EPS podem ser reaproveitados a partir de um processo industrial para transformá-los em blocos para serem moldados novamente, usados em peças para embalagens por injeção, aplicados como substratos para melhoria do solo, em drenagens e jardineiras, ou ainda na aeração de substâncias para facilitar a decomposição.

Além disso, podem ser reutilizados na construção civil, gerar energia elétrica ou térmica por combustão direta, ou servir como complemento em moldes de peças injetadas ou fundidas em setores industriais como o automobilístico e metalúrgico.

Processos de reciclagem de resíduos à base de poliestireno expandido, o nosso querido Isopor (EPS)
Processos de reciclagem de resíduos à base de poliestireno expandido, o nosso querido Isopor (EPS)

O descarte de EPS pode-se tornar problemático quando realizado de maneira inadequada, podendo o mesmo causar diversos danos ao meio ambiente.

O EPS leva mais de 150 anos para se decompor, ocupa grandes áreas nos aterros sanitários, o que reduz sua vida útil e aumenta os custos públicos com a construção de novos aterros.

Além disso, quando misturado a outros resíduos, prejudica a decomposição de materiais biodegradáveis; quando fragmentado e disperso em corpos d'água, pode ser ingerido por cetáceos e peixes, às vezes levando-os à morte; e quando queimado de forma indiscriminada, libera gás carbônico, contribuindo para a poluição do ar e o aquecimento global.

Benefícios do uso do EPS na construção civil


O poliestireno expandido (EPS) apresenta diversos benefícios que justificam seu amplo uso em aplicações técnicas e construtivas. Um de seus principais destaques é o excelente desempenho térmico, resultado de sua estrutura composta majoritariamente por células fechadas preenchidas com ar.

Como o ar é um mau condutor de calor, o material oferece elevada eficiência como isolante térmico, mantendo baixos valores de condutividade térmica mesmo em densidades relativamente reduzidas, o que o torna adequado para sistemas de isolamento em edificações, conforme especificações normativas reconhecidas.

Além disso, o EPS possui resistência mecânica ajustável, já que sua densidade pode ser controlada durante o processo de fabricação. Isso permite que o material atenda desde aplicações que exigem elevada resistência à compressão e suporte de cargas até usos que demandam menor rigidez, como preenchimentos e embalagens com função de amortecimento. 

De modo geral, o aumento da densidade está associado à melhoria das propriedades mecânicas, embora fatores como geometria da peça moldada, tamanho dos grânulos e condições de processamento também influenciem o desempenho final.

Outro aspecto relevante é a estabilidade dimensional do EPS, que se mantém praticamente inalterada mesmo quando submetida a diferentes condições ambientais. As variações dimensionais são muito pequenas, inferiores a 2%, garantindo confiabilidade e precisão dimensional ao longo do tempo.

No campo elétrico, o material apresenta boas propriedades isolantes, com elevada rigidez dielétrica e baixa constante dielétrica, podendo ainda receber tratamentos antiestáticos para atender exigências específicas das indústrias eletrônica e militar.

Em relação à umidade, o EPS não é higroscópico e absorve quantidades mínimas de água, mesmo quando submerso. Isso ocorre porque suas células possuem paredes impermeáveis, limitando a penetração de líquidos apenas a microcanais existentes entre as partículas fundidas. Do ponto de vista químico, o material mostra boa resistência à água e a soluções aquosas de sais e bases, embora seja vulnerável a solventes orgânicos.

O EPS também se destaca pela resistência ao envelhecimento, mantendo suas propriedades ao longo do tempo. A exposição prolongada à radiação ultravioleta pode causar amarelamento superficial e leve fragilização da camada externa, sem impacto significativo na resistência mecânica do material, já que esse efeito ocorre apenas na superfície.

Por fim, embora seja naturalmente inflamável, o EPS pode receber aditivos retardantes de chama, reduzindo de forma significativa sua inflamabilidade e a propagação do fogo, o que amplia sua segurança em aplicações práticas.

Comentários sobre esse artigo


O texto do artigo acima é um formato um pouco mais didático do meu trabalho de conclusão de curso de engenharia civil na UNICESUMAR, onde eu fiz um estudo sobre a aplicação do EPS na indústria da construção civil. 

Esse estudo teve como objetivo analisar as propriedades físico-químicas, térmicas e ambientais do Poliestireno Expandido (EPS), avaliando sua viabilidade como material isolante térmico na construção civil em comparação com outros isolantes amplamente utilizados, como a lã de rocha, a lã de vidro e o poliuretano.

Como citar:  


MENDES, P. H. C. Estudo sobre a aplicação do EPS na indústria da construção. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Civil) - Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR), Santos, SP, Brasil, 2025.  Disponível em: https://www.engquimicasantossp.com.br/2026/01/isopor-eps-aplicacoes-e-usos.html

Referências

 
ASSIS, F. F. de; RABELO, G. Q. Fissuras por movimentação térmica em estruturas de concreto armado. 2013. 74 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Civil) -Universidade Federal de Goiás, Departamento de Engenharia Civil. Goiânia, GO, Brasil, 2013. Disponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/140/o/FISSURAS_POR_MOVIMENTA%C3%87%C3%83O_T%C3%89RMICA_EM_ESTRUTURAS_DE_CONCRETO_ARMADO.pdf. Acesso em: 13 mar. 2025.

CALHEIROS, A. V. Análise do comportamento de solos reforçados com poliestireno expandido, 2013.103 p. Dissertação de Mestrado. Departamento de Engenharia Civil, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil, 2013. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/35637/35637_3.PDF. Acesso em: 08 mar. 2025.

CALIXTO, T. F. et al. Estudo da viabilidade da utilização de resíduos de poliestireno expandido (isopor) em argamassas. 2023. Educação ambiental em ação. v. 20, n. 82. 2023. ISSN 1678-0701. Disponível em: https://revistaea.org/pf.php?idartigo=2762 Acesso em: 04 mar. 2025.

CATAI, R. E.; PENTEADO, A. P.; DALBELLO, P. F. Materiais, Técnicas e Processos para Isolamento Acústico. Universidade Tecnológica Federal do Paraná. 2006, 17º CBECIMat - Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciência dos Materiais. 2006. Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil. Disponível em: http://www.ceap.br/material/MAT12032009181855.pdf. Acesso em: 01 mar. 2025.

FERRAZ, G. A. Reutilização do Poliestireno Expandido como Agregado no Composto de Concreto Leve para Contrapiso. 2014. 37 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Engenharia Civil) - Universidade Tecnológica Federal do Paraná,Campo Mourão, Paraná, 2014. Disponível em: https://riut.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/6270/3/CM_COECI_2013_2_13.pdf. Acesso em: 08 mar. 2025.

FIGUEIREDO, L. A. R. Estudo térmico do material polimérico no revestimento de embalagem para o transporte de material biológico categoria B – UN3373, 2019. Trabalho de Conclusão (Graduação – Engenharia de Materiais), Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2019. Disponível em: https://www.eng-materiais.bh.cefetmg.br/wp-content/uploads/sites/189/2019/12/TCC-II_Vers%C3%A3o-Final_-LET%C3%8DCIA-AR-FIGUEIREDO.pdf. Acesso em: 08 mar. 2025.

GROTE, Z. V.; SILVEIRA. J. L. Análise energética e energética de um processo de reciclagem de poliestireno expandido (isopor). Revista Mackenzie de Engenharia e Computação, [S. l.], p. 9-27, 15 jan. 2002. Disponível em: https://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/rmec/article/view/1958. Acesso em: 27 fev. 2025.

GROTE, Z. V.; SILVEIRA. J. L. Termodinâmica de um processo de reciclagem de poliestireno expandido (isopor): um estudo de caso. In: Proceedings of Jornada de Iniciação Científica e Pós Graduação. Guaratinguetá, SP, 2001.

LOPEZ, L. M. B. Estudo Comparativo do Desempenho de Isolantes Térmicos e Acústicos em Vedação e Cobertura. 2020, 68 f. Trabalho de Conclusão (Graduação – Engenharia Civil), Centro Universitário Luterano de Palmas, Palmas, Tocantins, 2020. Disponível em: https://ulbra-to.br/bibliotecadigital/uploads/document61545b31e5d3e.pdf. Acesso em: 13 mar. 2025.

MORAES, C. B.; BRASIL, P. C. Estudo da Viabilidade do Poliestireno Expandido (EPS) na produção de edificações com baixo impacto ambiental. 4º Seminário Nacional de construções sustentáveis e 1º fórum desempenho de edificações. Disponível em: https://doceru.com/doc/n0sx1e5x. Acesso em: 27 fev. 2025.

NOGUEIRA, D. F. Aspectos construtivos e de dimensionamento de uma habitação unifamiliar em painéis monolíticos de poliestireno expandido (EPS). 2021, 90 f. Trabalho de Conclusão (Graduação – Engenharia Civil), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, Goiânia, Goiás, 2021. Disponível em: https://repositorio.ifg.edu.br/bitstream/prefix/995/1/tcc_Davy%20Foga%C3%A7a%20Nogueira.pdf. Acesso em: 27 fev. 2025.

OLIVEIRA, B.H. R. Sistemas de Alvenaria: Monolítico em EPS versus Convencional - Análise Comparativa. 2021, 121f, Trabalho de Conclusão de Curso (bacharelado) – Instituto Federal Minas Gerais. Campus Avançado Piumhi, Piumhi – Minas Gerais, 2021. Disponível em: https://repositorio.ifmg.edu.br/server/api/core/bitstreams/0ad8d442-ecfc-4457-838d-a47514d4e63b/content. Acesso em: 08 mar. 2025.

PEREIRA, G. S.; NETO, M.A. Potencial do Poliestireno Expandido (EPS) na Construção Civil. 2023, 24f, Trabalho de Conclusão (Graduação – Engenharia Civil), UNINASSAU: João Pessoa, João Pessoa, Paraíba, 2023. Disponível em: https://repositorio.sereducacional.com/PesquisaObra.aspx?ObraId=76545&OrigemId=Home> Acesso em: 27 fev. 2025.

RIBEIRO, G. S.; SILVA, R.S. Análise do poliestireno expandido na construção civil. 2022, 29f, Trabalho de Conclusão (Graduação – Engenharia Civil) – Universidade Federal de São João del-Rei, 2022, Ouro Branco, MG, 2022. Disponível em: https://ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/ccivi/TCC-10_2022_1_Gleiciane_e_Rafaela.pdf. Acesso em: 27 fev. 2025.

ZAWODINE, J. A. Análise da Eficiência Térmica de Materiais Isolantes. 2016, 50f, Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Medianeira, Paraná, 2016. Disponível em: https://riut.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/13686/2/MD_COMIN_2016_2_13.pdf. Acesso em: 14 mar. 2025.

https://www.epstec.com/what-is-the-expanded-polystyrene-eps-block-process-in-detail/ Acesso em: 10 jan. 2026.

https://benx.co.uk/products/eps/ Acesso em: 10 jan. 2026.

https://www.specialchem.com/plastics/guide/expanded-polystyrene-eps-foam-insulation (acessado em 10/01/2026 as 21:58) Acesso em: 10 jan. 2026.

https://thermal-resources.com/what-is-rock-wool-insulation/ Acesso em: 11 jan. 2026.

https://maghardinsulators.com/glasswool Acesso em: 11 jan. 2026.

https://proconizo.az/en/thermal-insulation/polyurethane-foam-thermal-insulation-50 Acesso em: 11 jan. 2026.

Sobre o autor


Pedro Coelho Olá meu nome é , eu sou engenheiro químico com Pós Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho e também sou Green Belt em Lean Six Sigma. Além disso, eu conclui recentemente o curso de Engenharia Civil, e em parte de minhas horas vagas me dedico a escrever artigos aqui no ENGQUIMICASANTOSSP, para ajudar estudantes de Engenharia Química e de áreas correlatas. Se você está curtindo essa postagem, siga-nos através de nossas paginas nas redes sociais e compartilhe com seus amigos para eles curtirem também :)

0 Comentários de "Isopor (EPS) – Aplicações e usos na indústria construção civil "

Os comentários são sempre bem vindos, pois agregam valor ao artigo. Porém, existem algumas regras na Política de Comentários, que devem ser seguidas para o seu comentário não ser excluído:
- Os comentários devem estar relacionados ao assunto do artigo.
- Jamais faça um comentário com linguagem ofensiva ou de baixo calão, que deprecie o artigo exposto ou que ofenda o autor ou algum leitor do blog.
- Não coloque links de sites ou blogs no corpo do texto do comentário. Para isso, assine com seu Nome/URL ou OpenID.
-Não coloque seu email e nem seu telefone no corpo do texto do comentário. Use o nosso formulário de contato.
- Se encontrar algum pequeno erro na postagem, por favor, seja bem claro no comentário, pois a minha bola de cristal não é muito boa.
- Tem vezes que eu demoro pra responder, mas quase sempre eu respondo.
- Não seja tímido, se você tem alguma duvida ou sabe de algo mais sobre o assunto abordado no artigo, comente e compartilhe conosco :)

Back To Top