Imagine um interruptor molecular capaz de reacender a vitalidade em momentos íntimos, transformando uma simples molécula em aliada poderosa contra desafios comuns da vida adulta.
A tadalafila (Cialis), conhecida como o "fim de semana", atua no cerne da química corporal, inibindo seletivamente a enzima PDE5 para preservar o GMPc e promover vasodilatação precisa.
No entanto, essa potência vem com efeitos colaterais como dor de cabeça, rubor facial e dores musculares, que demandam atenção cuidadosa.
Propriedade Químicas da Tadalafila
A tadalafila (comumente conhecido pela marca Cialis) foi descoberta por cientistas da Glaxo Wellcome (agora GlaxoSmithKline) como parte de uma parceria com a empresa de biotecnologia ICOS Corporation para desenvolver novos medicamentos em 1991.
A tadalafila, de fórmula molecular C22H19N3O4, e massa molar de 389,41 g/mol, é um composto orgânico derivado da pirazinopiridoindola, apresentando uma estrutura central de β-carbolina fundida a um anel de dicetopiperazina.
Fisicamente, apresenta-se como um sólido cristalino de coloração branca a esbranquiçada, sendo quimicamente classificada como uma base fraca.
Devido à sua natureza altamente lipofílica, com um coeficiente de partição octanol-água (log P) de aproximadamente 2,89, a molécula é praticamente insolúvel em água e em soluções ácidas ou básicas, embora apresente solubilidade moderada em solventes orgânicos como o DMSO.
No sistema de classificação biofarmacêutica (BCS), ela é inserida na Classe II, o que indica que sua biodisponibilidade é limitada pela taxa de dissolução, e não pela permeabilidade através das membranas biológicas.
Para que ser serve a tadalafila?
A tadalafila é um medicamento utilizado principalmente para tratar disfunção erétil em homens, ajudando a alcançar e manter a ereção por meio do relaxamento dos vasos sanguíneos e aumento do fluxo sanguíneo na região peniana durante estimulação sexual.
Ela também é indicada para aliviar sintomas da hiperplasia prostática benigna (HPB), como jato urinário fraco e micções frequentes, ao relaxar os músculos da próstata e bexiga.
Além disso, um outro uso aprovado é no tratamento da hipertensão arterial pulmonar (HAP), onde melhora a capacidade funcional ao dilatar vasos nos pulmões e reduzir a pressão sanguínea nessa área.
O uso dessa medicação deve ser sempre orientado por um médico, como urologista ou pneumologista, devido a riscos como interações medicamentosas e efeitos colaterais.
Dúvida Comum: Mulher pode tomar tadalafila?
A resposta é curta e grossa: a tadalafila não é indicada para mulheres pelos órgãos reguladores e fabricantes, pois seu uso principal é o tratamento da disfunção erétil masculina e da hiperplasia prostática benigna.
Embora algumas mulheres utilizem o medicamento de forma "off-label" (fora da bula) para outros fins, como hipertensão pulmonar arterial, mas isso só pode ocorrer em raros casos.
Mecanismo de ação da tadalafila
A tadalafila é um inibidor seletivo da fosfodiesterase tipo 5 (PDE5), enzima localizada principalmente nas células de músculo liso do corpo cavernoso peniano, além da vasculatura pulmonar e da próstata.
A PDE5 é responsável pela degradação do monofosfato de guanosina cíclico (cGMP), molécula central no processo de vasodilatação. Ao inibir a PDE5, a tadalafila reduz a degradação do cGMP, intensificando e prolongando sua ação.
O cGMP exerce função essencial na fisiologia da ereção. Sua síntese ocorre em resposta à liberação de óxido nítrico (NO) durante o estímulo sexual. O NO ativa a guanilato ciclase, que converte o trifosfato de guanosina (GTP) em GMPc.
O aumento dos níveis de GMPc leva ao relaxamento do músculo liso do corpo cavernoso e à dilatação dos vasos sanguíneos locais, favorecendo maior fluxo sanguíneo para o pênis e culminando em ereção.
Na circulação pulmonar, a inibição da PDE5 pela tadalafila também promove vasodilatação, com redução da pressão arterial pulmonar, o que justifica seu uso no tratamento da hipertensão arterial pulmonar (HAP).
Na próstata e na bexiga, o mecanismo contribui para o alívio dos sintomas da hiperplasia prostática benigna (HPB), por meio do relaxamento desses tecidos e da melhora do fluxo urinário.
No entanto, acredita-se que o benefício não decorra apenas do relaxamento da musculatura lisa prostática, mas de uma combinação de aumento da oxigenação, redução da inflamação (com menor remodelamento tecidual) e inibição da proliferação celular mediada pela via do cGMP.
A baixa afinidade pela PDE6, quando comparada a outros inibidores de PDE5, pode justificar a menor frequência de efeitos adversos visuais, já que a PDE6 está presente na retina e participa da visão de cores.
Farmacocinética
Após administração oral, a tadalafila é rapidamente absorvida. Sua biodisponibilidade não sofre influência clinicamente relevante dos alimentos, o que permite flexibilidade na administração. As concentrações plasmáticas máximas (Cmax) costumam ser alcançadas em até 2 horas (Tmax), sugerindo início de ação relativamente rápido.
Por ser uma molécula lipofílica, apresenta boa permeabilidade de membrana, favorecendo a absorção. A tadalafila distribui-se amplamente pelo organismo, e o volume de distribuição indica extensa penetração tecidual. Cerca de 94% da tadalafila plasmática encontra-se ligada a proteínas, principalmente albumina e glicoproteína ácida α-1, o que reduz a fração livre, mas contribui para a ação prolongada.
O fármaco é metabolizado predominantemente no fígado, sobretudo pela isoenzima CYP3A4 do citocromo P450. O principal metabólito formado é o glicuronídeo de metilcatecol, muito menos ativo que a molécula original. A presença desse e de outros metabólitos minoritários indica participação importante de reações de conjugação no metabolismo da tadalafila.
A eliminação da tadalafila e de seus metabólitos ocorre principalmente pelas fezes (cerca de 61%), enquanto a via renal responde por aproximadamente 36% da excreção.
Tempo de meia vida no organismo
A meia-vida média de eliminação da tadalafila é de cerca de 15 a 17,5 horas em adultos saudáveis. Já a meia-vida média de eliminação em adultos com hipertensão arterial pulmonar (HAP) é relatada como sendo de 35 horas.
O seu tempo de meia-vida terminal prolongada sustenta sua longa duração de efeito e torna possível a administração uma vez ao dia em indicações crônicas.
Formas farmacêuticas e concentrações
A tadalafila é disponibilizada em comprimidos orais nas doses de 2,5 mg, 5 mg, 10 mg e 20 mg. Há ainda, aprovada pelo FDA, uma cápsula de combinação fixa contendo finasterida e tadalafila para tratamento de HPB, com 5 mg de finasterida e 5 mg de tadalafila.
Dosagem em adultos
A dose recomendada varia conforme a indicação. Para disfunção erétil em adultos, a tadalafila pode ser utilizada sob demanda, com dose inicial de 10 mg, administrada pelo menos 30 minutos antes da relação sexual, ou em regime diário, de 2,5 a 5 mg, independentemente da atividade sexual.
Conforme a resposta clínica e a tolerabilidade, a dose sob demanda pode ser ajustada para 5 mg ou 20 mg. Na HPB, a posologia usual é de 5 mg uma vez ao dia.
Na combinação finasterida–tadalafila, emprega-se a cápsula com 5 mg de cada componente, por via oral, uma vez ao dia, em geral por até 26 semanas, para tratamento da HPB.
Para HAP, a dose habitual é de 40 mg diários, podendo ser iniciada com 20 mg ao dia e aumentada após cerca de 4 semanas.
Populações especiais
Insuficiência hepática: Em pacientes com comprometimento hepático, recomenda-se uso cauteloso. Em casos leves a moderados, a dose máxima sugerida é de 10 mg, e o uso não é indicado em insuficiência hepática grave.
Insuficiência renal: Em disfunção renal leve a moderada, não costuma ser necessário ajuste de dose. Em insuficiência grave, com depuração de creatinina inferior a 30 mL/min, a dose máxima recomendada é de 10 mg.
Gravidez: A tadalafila não é recomendada durante a gestação, devido à falta de dados de segurança adequados nas indicações como HAP, STLU ou prevenção de HAPE.
Amamentação: Não se sabe se a tadalafila é excretada no leite materno humano; por isso, sugere-se prudência no uso durante a lactação.
Pacientes pediátricos: A segurança e a eficácia em crianças e adolescentes não foram estabelecidas; assim, a tadalafila não é recomendada para essa faixa etária.
Pacientes idosos: Não há necessidade de ajuste específico apenas com base na idade. Contudo, recomenda-se uma abordagem cautelosa, considerando a possível maior sensibilidade de alguns indivíduos mais velhos.
Tempo de Ação
A tadalafila inicia seu efeito entre 30 e 60 minutos após a ingestão oral, com pico plasmático em cerca de 2 horas, permitindo maior espontaneidade sexual em comparação a outros inibidores PDE5.
Essa farmacocinética rápida deve-se à absorção gastrointestinal eficiente, mas requer estímulo sexual para ativação da ereção, sem ação afrodisíaca direta. Fatores como alimentos gordurosos podem atrasar ligeiramente o início, mas não comprometem a duração total de até 36 horas.
Dosagens: 5 mg vs. 20 mg
A dose de 5 mg é indicada para uso diário contínuo, promovendo níveis plasmáticos estáveis para tratar disfunção erétil e sintomas urinários de hiperplasia prostática benigna (HPB), com maior espontaneidade.
Já a dose de 20 mg é para uso sob demanda, tomada 30-60 minutos antes da atividade sexual, ideal para ocasiões pontuais devido à sua potência maior e duração prolongada. A escolha depende da frequência de relações e comorbidades, sempre sob prescrição médica para evitar superdosagem.
Existe tadalafila de 50 mg?
Sim, existe tadalafila de 50 mg, mas não é a dose comercializada como padrão no Brasil. A tadalafila costuma ser vendida em doses de 5 mg e 20 mg, sendo essas as concentrações mais comuns aprovadas nas bulas e disponíveis em farmácias nacionais, inclusive nas formas de genéricos e similares.
Quando se vê “50 mg” associado a tadalafila, geralmente é um erro de informação ou confusão com a sildenafila, que sim tem apresentação de 50 mg (Viagra e similares). Portanto, para uso seguro, a orientação é sempre seguir a dose prescrita pelo médico, que normalmente será 5 mg ou 20 mg de tadalafila, conforme o caso clínico.
Como funciona e como tomar a tadalafila em spray?
A tadalafila em spray funciona da mesma forma que a tadalafila em comprimido, ou seja, atua inibindo uma enzima chamada PDE5, que degrada uma substância que ajuda a manter os vasos do pênis relaxados e o sangue entrando; com essa inibição, o fluxo sanguíneo peniano aumenta durante o estímulo sexual, facilitando ereções mais firmes e duradouras.
A diferença principal é a forma de uso: o spray é aplicado debaixo da língua, onde a mucosa absorve a tadalafila diretamente pela boca, sem precisar passar completamente pelo estômago e intestino, o que costuma fazer o efeito começar mais rápido, em alguns minutos até cerca de 30 minutos, em vez de cerca de 1 a 2 horas como no comprimido.
Mesmo sendo mais rápida na absorção, o efeito continua dependendo da dose prescrita e do estímulo sexual, não causando ereção sozinha, e também exige orientação médica para evitar interações com outros remédios, sobretudo nitratos e medicamentos de pressão arterial.
Efeitos Colaterais da tadalafila
Os efeitos colaterais mais frequentes incluem dor de cabeça (devido à vasodilatação), dor nas costas, congestão nasal e indigestão, afetando até 10-15% dos usuários, geralmente leves e transitórios.
Esses sintomas surgem da inibição da fosfodiesterase-5, que eleva cGMP e relaxa os músculos lisos, impactando vasos sistêmicos. O monitoramento é essencial em doses altas, com resolução espontânea em 48 horas.
Detalhes dos efeitos adversos comuns
Os efeitos adversos mais comuns incluem:
Cefaleia: Este é o evento adverso mais frequentemente descrito, provavelmente relacionado ao efeito vasodilatador da tadalafila sobre os vasos sanguíneos cerebrais. As cefaleias associadas ao uso de tadalafila podem variar de intensidade leve a forte e, em geral, são passageiras.
Dispepsia: A dispepsia é um efeito recorrente, manifestando-se como má digestão, sensação de queimação (azia) e desconforto na região abdominal. Supõe-se que a ação relaxante da tadalafila sobre a musculatura lisa do trato gastrointestinal contribua para o surgimento desses sintomas.
Dor lombar e mialgia: Muitos pacientes relatam dor ou desconforto musculoesquelético, especialmente na região lombar e na musculatura em geral. Embora o mecanismo exato permaneça incerto, considera-se que esteja vinculado aos efeitos da tadalafila sobre o músculo liso.
Detalhes dos efeitos adversos graves e possíveis lesões
Já os efeitos adversos mais graves incluem:
Congestão nasal: A obstrução e sensação de nariz entupido decorrem da dilatação dos vasos sanguíneos localizados nas vias nasais.
Hipotensão: A vasodilatação da musculatura lisa dos vasos sanguíneos pode provocar reduções discretas da pressão arterial, em torno de 7mmHg na pressão sistólica e 5 mmHg na pressão diastólica, podendo esse efeito persistir por até 12 horas.
Rubor: Definido por vermelhidão na face, pescoço ou parte superior do tórax, decorrente da vasodilatação periférica.
Dor nos membros: Dor em braços ou pernas é menos frequente, mas pode gerar incômodo significativo.
Náuseas e tonturas: Esses sintomas podem surgir, sobretudo em mudanças bruscas de posição, como passar rapidamente da posição deitada para a sentada ou em pé.
Alterações visuais: A tadalafila pode provocar visão embaçada ou modificações na percepção de cores. Embora seja uma ocorrência rara, a neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica (NOIAA) pode resultar em perda súbita da visão em um ou ambos os olhos, com risco de cegueira permanente.
Perda auditiva: Redução ou perda súbita da audição, por vezes acompanhada de zumbido e tontura, representa um efeito colateral pouco frequente, porém grave, que pode evoluir para perda auditiva definitiva.
Priapismo: Trata-se de um dos eventos adversos mais severos, caracterizado por ereção prolongada e dolorosa, com duração superior a 4 horas. O priapismo associado à tadalafila exige atendimento médico imediato para evitar dano permanente ao tecido peniano.
Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE): A tadalafila pode desencadear ou intensificar sintomas de refluxo ácido.
Erupções cutâneas e reações de hipersensibilidade: Podem ocorrer manifestações na pele, como erupções e urticária, além de edema mais intenso de lábios, língua ou garganta; em casos graves, essas reações podem comprometer a respiração.
Dependência ou Vício
A tadalafila não causa dependência química ou vício fisiológico, pois não afeta vias dopaminérgicas de recompensa como opioides ou estimulantes.
No entanto, pode induzir dependência psicológica, com usuários desenvolvendo insegurança para relações sem o medicamento, reforçando ansiedade de desempenho. Estudos longitudinais mostram ausência de tolerância ou síndrome de abstinência.
Uso em Hipertensos e Diabéticos
Pacientes com hipertensão controlada ou diabetes tipo 2 podem usar tadalafila com segurança, desde que sem nitratos ou hipotensores potentes, pois potencializa vasodilatação sem "atacar o coração" diretamente.
Em diabéticos, melhora a função endotelial, mas exige avaliação cardiovascular prévia (ex.: teste de esforço) para excluir isquemia. Interações com anti-hipertensivos como bloqueadores de canal de cálcio são mínimas, mas monitorar PA é recomendado.
Combinação com Álcool
Não é contraindicada em quantidades moderadas, mas excesso (>3 doses) reduz eficácia erétil ao interferir na sinalização vascular e aumenta efeitos colaterais como hipotensão ortostática e cefaleia em até 3 vezes.
O etanol deprime o SNC e compete com a absorção hepática via CYP3A4, diminuindo biodisponibilidade. Recomenda-se evitar em contextos sociais intensos para otimizar resultados.
Tadalafila como Pré-Treino
Seu efeito vasodilatador (aumento de fluxo sanguíneo muscular) gera sensação de "pump" e redução de fadiga, mas não é aprovada para performance atlética pelo CFF ou Anvisa, faltando evidências em ganho de massa ou VO2 máx.
Riscos incluem hipotensão, priapismo e arritmias em não indicados, superando benefícios teóricos. Órgãos reguladores alertam contra uso off-label em academias.
Fontes Oficiais e Compra
Consulte bulas da Anvisa, sites como Consulta Remédios ou FDA para dados oficiais; compre apenas com receita em farmácias registradas (ex.: Pague Menos), evitando sites ilegais com falsificações. Teleconsultas urológicas facilitam prescrição segura online.
Referências
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- https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK603743/ ( acessado em 23/03/2026 as 19:11).
- https://go.drugbank.com/drugs/DB00820 ( acessado em 23/03/2026 as 19:18).
- https://www.saudeamericas.com.br/post/quanto-tempo-tadalafila-faz-efeito/ ( acessado em 23/03/2026 as 19:19).
- https://g1.globo.com/saude/bem-estar/noticia/2025/05/17/tadalafila-aumenta-o-tempo-da-erecao-e-o-tamanho-do-penis-veja-mitos-e-verdades-sobre-o-medicamento.ghtml ( acessado em 23/03/2026 as 19:25).
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- https://drguilhermebraga.com.br/disfuncao-eretil/combinacao-tadalafila-5mg-alcool-o-que-voce-precisa-saber/ ( acessado em 23/03/2026 as 19:46).
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Sobre o autor
Olá meu nome é Pedro Coelho, eu sou engenheiro químico com Pós Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho e também sou Green Belt em Lean
Six Sigma. Além disso, eu conclui recentemente o curso de Engenharia Civil, e em parte de minhas horas vagas me dedico a escrever artigos aqui no ENGQUIMICASANTOSSP, para ajudar estudantes de Engenharia Química e de áreas correlatas. Se você está curtindo essa postagem, siga-nos através de nossas paginas nas redes sociais e compartilhe com seus amigos para eles curtirem também :)





1 Comentários de "O que é Tadalafila? Para que serve, e os Efeitos Colaterais"
A tadalafila interage com algum alimento ou medicamento?
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